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15/04/2013

Attest é Qualificada no MPS.BR nível F

A importância da área de Tecnologia da Informação e a dependência que as empresas passaram a ter dela é um fato inquestionável dentro de qualquer corporação.

Este consenso geral tem direcionado as empresas a buscarem fornecedores que tenham deixado de lado os métodos artesanais de desenvolvimento de sistemas, baseados em processos imprevisíveis e totalmente dependentes da capacidade dos desenvolvedores, em favor de um processo industrial, baseado em ferramentas e conceitos de engenharia de software.

Assim pensando, a comunidade de TI vem se movimentando já há algum tempo no sentido de estabelecer modelos que permitam avaliar se um determinado fornecedor de TI está qualificado para desenvolver projetos e sistemas que possam atingir padrões de qualidade e produtividade internacionalmente aceitos.

Entre os diversos modelos que estabelecem esta qualificação, destaca-se o MPS.Br, que é um programa genuinamente brasileiro, criado em dezembro de 2003, coordenado pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (SOFTEX) e que conta com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID/FUMIN).

O grande objetivo do programa já se encontra explicitado em sua própria sigla, uma vez que MPS significa “Melhoria de Processo de Software”, sendo baseado nas normas ISO/IEC 12207 e 15504, as quais, não por acaso, são as mesmas normas nas quais se fundamentam importantes modelos similares como é o caso do CMMI (Capability Maturity Model Integration).

O CMMI surgiu durante a década de 1980 como um modelo para avaliação de risco na contratação de empresas de software pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que desejava ser capaz de avaliar os processos de desenvolvimento de sistemas utilizados pelas empresas que concorriam em suas licitações, de forma a se obter uma indicação da previsibilidade da qualidade, custos e prazos nos projetos contratados.[Fonte: Wikipedia]. Hoje o CMMI é largamente aceito no mercado internacional como um referencial na avaliação de empresas fornecedoras de produtos e serviços de TI.

Porém, como o custo de uma certificação CMMI pode atingir valores superiores à US$ 400 mil, o que o torna inviável para a grande maioria das empresas brasileiras, o SOFTEX capitaneou o desenvolvimento do projeto MPS.Br, que é uma solução economicamente viável para as empresas nacionais e totalmente compatível com o modelo CMMI.

Equipe SEPG da Attest : Maria del Carmen, Silvana Dias, Laércio Nogueira, Bruno Simão, Marcelo Pereira

Equipe SEPG da Attest : Maria del Carmen, Silvana Dias, Laércio Nogueira, Bruno Simão, Marcelo Pereira

Segundo Laércio Nogueira Júnior, Diretor Comercial da Attest e Gestor do SEPG (Software Engineering Process Group), que é o nome dado ao grupo de colaboradores responsável pela implementação do modelo na Attest,  “a conquista da certificação MPS.Br nível F posiciona a Attest em um patamar de desenvolvimento de sistemas com padrão internacional, uma vez que este nível equivale ao CMMI nível 2”.

Dentro deste cenário, a Attest vem desde 2010 galgando sistematicamente os diversos níveis de Maturidade do Modelo MPS.Br (saiba mais). Estamos tendo uma evolução concreta com os benefícios sendo percebidos pela empresa, pelos colaboradores e pelos clientes”.

O Diretor Geral da Attest, Alexandre Ferrara, complementa dizendo que “já há algum tempo, percebemos a necessidade de nos manter atualizados tanto tecnologicamente quanto em nossos processos de trabalho, sendo que, para este último, demos um passo importante quando nos qualificamos no MPS.BR nível G em setembro de 2010. A evolução natural foi a busca pela Qualificação no nível F, a qual nos trouxe uma visão mais abrangente dos aspectos relacionados à Medição e à Qualidade de nossos produtos e processos de trabalho, aliada a um melhor controle sobre nosso Portfólio de projetos, permitindo-nos gerenciar nossos recursos e prioridades com maior transparência, envolvimento e eficiência.”

Avaliadores: Hélio e Ana Zabeu, Avaliadora Líder, Laércio, Alexandre Ferrara e Antônio Rocha, da Attest

Avaliadores: Hélio e Ana Zabeu, Avaliadora Líder,
Laércio, Alexandre Ferrara e Antônio Rocha, da Attest

Ainda segundo Alexandre Ferrara, “mesmo com o apoio governamental, que subsidia parte dos valores relativos à Consultoria de Implementação, o investimento complementar que a empresa tem que arcar é elevado.

No caso da Attest investimos 5.000 horas de trabalho de nossa equipe, durante um período de quase dois anos, para estabelecermos os novos processos e elaborarmos os quatro projetos piloto necessários para a Avaliação Final. Tivemos também investimentos em licenciamento de software de apoio do tipo ALM (Application Lifecycle Management) e em consultorias técnicas para sua implantação, além de treinamentos internos para toda a nossa equipe.”

Antonio Marcial Rocha, Gerente de Implantação e Suporte da Empresa, participou da Avaliação Final como Representante da Attest e fala de sua experiência com os novos processos de trabalho: “Quando nos Qualificamos no nível G do MPS.BR nossa Empresa iniciou um processo de mudança de cultura, o que em minha opinião foi o maior desafio que havíamos enfrentado até então. Entretanto esta experiência inicial nos deu uma importante bagagem para a Qualificação no Nível F, permitindo-nos absorver as novas exigências de uma forma mais amena, já que veio suprir lacunas que já havíamos identificado e trouxe mais solidez e qualidade às soluções desenvolvidas pela Attest”.

Após mais  esta importante conquista de toda a equipe da Attest, a nossa atenção se volta agora para a consolidação e contínua evolução destes novos processos, tornando-os cada vez mais úteis e proveitosos para a nossa organização.





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